Vida | Liberdade | Propriedade | Localismo
Vida | Liberdade | Propriedade | Localismo
Somos uma máquina de coordenação cívica para empresários que querem virar o jogo.
Somos uma organização que reúne inteligência política e coordenação de empresários. O Instituto Aliança dos Inconfidentes vai além de grupos de estudo, debates em rede social ou indignação difusa. Só análise, texto bonito ou desabafo não bastam. Trabalhamos com quem produz nas cidades — com ou sem visibilidade pública — para transformar valores em votos, princípios em pressão organizada e indignação em resultado concreto no Congresso.
Para nós, mergulhar no processo político institucional é essencial. Isso exige uma abordagem integrada: leitura constante de cenário, coordenação de capítulos locais, relacionamento com parlamentares e formação contínua da base empresarial. Atuamos na inteligência, na comunicação e no engajamento com quem decide – deputados, senadores, lideranças locais e formadores de opinião. Nossa expertise está em fazer com que as pautas de vida, liberdade e propriedade ganhem força na hora certa, com as pessoas certas e a partir das cidades certas.
Nossa tese é simples e guia tudo o que fazemos: quando empresários se organizam na sua cidade, Brasília é obrigada a ouvir.
Fundado por Kleberson Amaral, Laura Rabello e Yuri Quadros, o Instituto Aliança dos Inconfidentes reúne trajetórias complementares em governo, setor privado e formação de lideranças – todas voltadas ao mesmo objetivo: tirar a direita produtiva da arquibancada e colocá-la em campo.
Kleberson Amaral é engenheiro e gestor público, com experiência tanto em grandes empresas quanto no governo de Minas Gerais, onde atuou em programas de desburocratização e liberdade econômica.
Laura Rabello é empresária e empreendedora em tecnologia, com histórico de liderança no IFL BH e atuação à frente de negócios que conectam empresas brasileiras a grandes compradores globais.
Yuri Quadros trabalha há anos na formação de lideranças e organizações pró-liberdade, com experiência em captação de recursos, estratégia e educação política à frente de instituições como o Students For Liberty Brasil e o IFL BH.
Em comum, os três compartilham a convicção de que o futuro do Brasil não será decidido apenas em Brasília, mas nas cidades onde empresários e cidadãos comuns resolverem se organizar. A Aliança é o instrumento dessa organização.
Enquanto a esquerda ocupa Brasília diariamente, o setor produtivo permanece disperso no interior. A Aliança dos Inconfidentes inverte essa lógica. Não terceirizamos a política para lobistas; empoderamos o empreendedor local para ser o protagonista da mudança.
Organização de Base
Identificamos e reunimos empresários e lideranças cívicas no interior. Transformamos a indignação difusa em núcleos locais organizados, prontos para agir em bloco.
Monitoramos o Congresso em tempo real. Traduzimos projetos de lei complexos e alertamos nossa rede sobre votações que ameaçam a liberdade, a propriedade e a família.
Encurtamos a distância entre eleitor e eleito. Facilitamos o diálogo direto entre a base produtiva e os parlamentares, garantindo que o deputado ouça seu eleitorado antes de votar.
Acreditamos que a verdadeira reforma não virá de um "salvador da pátria", mas da reorganização da sociedade civil. Nosso norte é a construção de um país onde o Estado respeita a liberdade dos cidadãos e a santidade da vida. Para isso, defendemos princípios inegociáveis que devolvem o poder ao povo:
Acreditamos na dignidade intrínseca de cada ser humano. Defendemos a proteção da vida e o fortalecimento da família como a célula fundamental e insubstituível da sociedade, anterior ao próprio Estado.
Entendemos que indivíduos e mercados livres são a base da prosperidade. O Estado deve ser limitado em suas funções, agindo como garantidor da ordem, e não como tutor das escolhas e do dinheiro do cidadão.
Sem propriedade privada segura, não há cidadania plena. Defendemos o direito de cada brasileiro manter o fruto do seu trabalho, pois a segurança jurídica é o único caminho para o investimento e a inovação.
O poder vem de baixo para cima. Acreditamos na subsidiariedade: os problemas devem ser resolvidos pela comunidade local, onde as pessoas vivem e trabalham, e não por burocratas distantes em Brasília.